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Carlinhos Brown e Orquestra Ouro Preto retornam à Concha Acústica, em Salvador

Sucesso absoluto por todo o Brasil, o concerto Afrossinfonicidade volta à cidade no dia 18/10 para marcar o primeiro ano da parceria.

Herbert Rodrigues
Por: Herbert Rodrigues Fonte: Marina Avelar - Lupa Comunicação
24/09/2025 às 15h29
Carlinhos Brown e Orquestra Ouro Preto retornam à Concha Acústica, em Salvador
Carlinhos Brown e Orquestra Ouro Preto Foto: Barbara Paschoa)

Há encontros que não se explicam, apenas se celebram. Desde que Carlinhos Brown e a Orquestra Ouro Preto dividiram o palco pela primeira vez, nasceu uma irmandade que ultrapassa fronteiras: a percussão baiana abraçou os violinos mineiros, e dali surgiu uma linguagem nova, feita de corpo, coração e ancestralidade.

 

Foi assim em Ouro Preto, Belo Horizonte, São Paulo, Rio de Janeiro e em todos os lugares por onde a caravana passou. Apresentações que arrastaram multidões e se transformaram em grandes festas populares, daquelas que ficam gravadas na memória coletiva. Onde Brown e a Orquestra chegam, o público responde como em procissão de alegria: braços erguidos, vozes em coro, emoção à flor da pele.

 

No dia 18 de outubro, às 19h, é a vez da Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador, receber novamente esse espetáculo que já nasce com as virtudes de um clássico. A Bahia, que viu nascer Brown no Candeal, acolherá mais uma vez o filho da terra entrelaçado com a potência da Orquestra regida por Rodrigo Toffolo.

 

No repertório, sucessos que ecoam nos quatro cantos do país, como “Amor I Love You”, “Já Sei Namorar” e “Vilarejo”, ao lado de canções que revelam a força poética do compositor, como “Segue o Seco”, “Maria de Verdade” e “ECT”. Não faltarão também os hinos dançantes “Quixabeira” e “A Namorada”, todos revisitados em arranjos grandiosos de Paulo Malheiros, onde atabaque, timbales e berimbau conversam com as cordas sinfônicas.

 

Para o maestro Rodrigo Toffolo, essa união é um gesto de brasilidade em estado puro. "Brown é um dos maiores cronistas musicais do nosso tempo. Traz a baianidade, a força dos terreiros, o batuque do carnaval. A Orquestra, por sua vez, leva a música de concerto para além dos muros habituais. Juntos, mostramos que não há fronteiras para a música feita com alma e dedicação".

 

Brown, com a verve que só ele tem, devolve em poesia. "A música é sempre encontro, e quando é verdadeiro, vira união. O que estamos fazendo com a Orquestra Ouro Preto é mais que um concerto: é uma celebração da vida, do povo e daquilo que nunca se apaga".

 

Na Concha, onde o céu de Salvador serve de teto e a cidade inteira cabe dentro de um canto, o espetáculo promete ser, mais uma vez, inesquecível. Será um rito coletivo, uma noite de axé e sinfonia, memória e futuro. Minas, Bahia e Brasil.

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