
A Polícia Civil da Bahia, no âmbito da Operação NARKE VI, realizou a prisão em flagrante de dois homens, de 25 e 26 anos, nesta sexta-feira (29), investigados pela prática do crime de tráfico de drogas, em Vitória da Conquista.
Durante as diligências realizadas para cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência dos investigados, foram apreendidos 214 comprimidos de ecstasy, duas grandes porções de haxixe, diversas porções de skunk, três frascos de tirzepatida de 15 mg, prontos para comercialização, além de materiais utilizados para acondicionamento e embalagem de drogas.
Também foram apreendidos uma motocicleta com indícios de utilização no transporte dos entorpecentes, uma máquina de cartão, aparelhos celulares, um computador e um notebook, materiais relacionados à atividade criminosa.
De acordo com os elementos apurados nas investigações, os suspeitos realizavam a venda de entorpecentes tanto no estabelecimento comercial investigado quanto por meio de contatos telefônicos, efetuando entregas em domicílio ou em locais previamente combinados com os usuários.
Diante das evidências, foi lavrado o auto de prisão em flagrante em desfavor dos investigados. Eles foram conduzidos à Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Vitória da Conquista), onde permanecem custodiados à disposição da Justiça.
A ação foi realizada por equipes do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), por meio da 8ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (8ª DTE/Vitória da Conquista), e é resultado de investigações conduzidas pela unidade especializada. A partir da Operação Coffee, os policiais identificaram os investigados como responsáveis pela comercialização de entorpecentes em um estabelecimento comercial do município.
As prisões realizadas nesta sexta-feira integram a Operação NARKE VI, esforço estratégico coordenado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJSP), alinhado às diretrizes da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento ao Narcotráfico (Renarc), voltadas à padronização de procedimentos, compartilhamento de inteligência e fortalecimento da repressão qualificada ao tráfico de drogas.
Fonte: Thanize Borges / Ascom-PCBA